Polícia paraguaia investiga hipóteses de execução e diz que vítima conversou com tiros antes dos disparos
A Polícia Nacional do Paraguai investiga a possibilidade de que o agricultor Vicente Menesses, de 50 anos, morto com cerca de 13 tiros em Cerro Corá, cidade paraguaia próxima a Ponta Porã, tenha sido alvo de um crime encomendado. A nova linha de purificação foi divulgada nesta segunda-feira (27), três dias depois do assassinato ocorrido em frente à casa da nora da vítima.
Conforme o comissário Sergio Sosa, 2º comandante da Polícia Nacional em Amambay, o investigador analisa diversas hipóteses para esclarecer a motivação do crime. Ele afirmou que ainda não é possível apontar a causa do assassinato e que todas as informações reunidas serão verificadas antes de qualquer decisão.
Uma testemunha ao investigador que Menesses e as peculiaridades se conhecem. Conforme a polícia, os dois trocaram algumas palavras antes do homem sacar a arma e efetuar os disparos. O conteúdo da conversa não foi identificado.
A Polícia Nacional do Paraguai investiga uma hipótese de crime encomendado na morte do agricultor Vicente Menesses, 50 anos, assassinado com cerca de 13 tiros em Cerro Corá, próximo a Ponta Porã. O crime ocorreu na sexta-feira (24) quando um homem em motocicleta se mudou, conversou brevemente com a vítima e efetuou os disparos. O roubo foi descartado pois mais de R$ 5 mil encontrados com a vítima não foram levados.
O chefe de investigações em Amambay, comissário José Delgado, afirmou que, pelas características do caso, uma das linhas comprovadas é de um crime encomendado. Segundo ele, a equipe reúne informações para confirmar ou descartar essas possibilidades.
Histórico – Vicente foi assassinado no fim da tarde de sexta-feira (24), enquanto visitava familiares no bairro Ciudad Aeropuerto, em Cerro Corá. De acordo com a investigação, um homem chegou ao local em uma motocicleta, movido-se da vítima, conversou rapidamente com ela e, em seguida, fez os disparos antes de fugir.
Durante a perícia, as equipes colocaram 18 cápsulas de munição na frente da residência. O médico legista acordos aproximadamente 13 perfurações provocadas por tiros no rosto, pescoço e pescoço.
O investigador também encontrou mais de 5 milhões de guaranis, cerca de R$ 4 mil, além de R$ 1 mil em espécies e documentos pessoais com a vítima. Como nenhum desses bens foi levado, a possibilidade inicial de roubo foi descartada.
Até a publicação desta reportagem, o autor dos disparos não havia sido identificado nem localizado
