Soldado e ex-PM são presos com 200 kg de haxixe em Ponta Porã

Interior

Flagrante ocorreu durante a Operação Ágata, em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai

Por Gustavo Bonotto e Hélio de Freitas, de Dourados | 24/07/2026 18:01

Exército prende soldado e ex-PM com 200 kg de haxixe na BR-463
Equipes do Exército de plantão embarreira na fronteira. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Um soldado da ativa e um ex-policial militar foram presos na manhã desta sexta-feira (24) ao serem flagrados com aproximadamente 200 quilos de haxixe durante uma barreira do Exército Brasileiro na BR-463, nas proximidades do Posto Fiscal Pacuri, em Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande. A abordagem ocorreu durante a Operação Ágata, ação das Forças Armadas voltada para o combate aos crimes na faixa de fronteira.

Um soldado do Exército e um ex-policial militar foram presos com 200 quilos de haxixe em uma barreira na BR-463, em Ponta Porã, durante a Operação Ágata. Max Deive de Lima Junges e Willian de Jesus Costa foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção ativa. A operação, coordenada pelo Ministério da Defesa desde 2011, combate crimes na faixa de fronteira.

Conforme apurado pelo Notícias Campo Grandeos presos foram identificados como Max Deive de Lima Junges, soldado da corporação, e Willian de Jesus Costa, ex-policial. Ambos foram presos para a 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã.

As informações obtidas pela reportagem apontam que os militares do Exército fizeram fiscalização de rotina na rodovia quando abordaram o veículo ocupado pelos dois suspeitos. Durante uma vistoria, encontrei uma droga.

Além da apreensão da droga, os dois receberam voz de prisão em flagrante. A ocorrência foi registrada por crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção ativa.

A Operação Ágata é coordenada pelo Ministério da Defesa e reúne Exército, Marinha e FAB (Força Aérea Brasileira), além de órgãos de segurança e fiscalização, em ações de combate aos crimes transfronteiriços. As equipes realizam barreiras em rodovias, patrulhamento terrestre, fluvial e aéreo para reprimir o tráfico de drogas, armas e munições, contrabando, descaminho e outros delitos praticados na faixa de fronteira.

A operação ocorre desde 2011 e faz parte da estratégia do governo federal para ampliar a presença do Estado nessas regiões.

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