Equipamentos de proteção nível IIIA serão distribuídos para a Capital e interior a partir de novembro
Com contrato de R$ 560.011 firmado pela Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) e publicado no Diário Oficial do Estado, a Polícia Penal de Mato Grosso do Sul irá reforçar a segurança com aquisição de 350 coletes de proteção balística nível IIIA.
A Polícia Penal de Mato Grosso do Sul adquiriu 350 coletes de proteção balística nível IIIA por R$ 560 mil, em contrato firmado pela Agepen com a empresa Coplatex. Os equipamentos serão distribuídos para unidades da Capital e do interior e deverão chegar a partir de novembro. A compra é a segunda realizada com recursos do Fundo Rotativo Penitenciário desde sua regulamentação, em abril.
Conforme o extrato do Contrato nº 012/2026, assinado em 17 de julho, a empresa Coplatex Indústria e Comércio de Tecidos SA será responsável pelo fornecimento dos equipamentos. Os recursos são provenientes do Fundo Rotativo Penitenciário do Estado, regulamentado em abril deste ano, e o prazo de vigência do contrato é de 12 meses.
Em nota, a Agepen informou que esta é a segunda aquisição realizada com recursos do Fundo Rotativo desde um regulamento. Em junho, foram compradas 350 mil gemas, em investimento de R$ 72 mil.
Os novos coletes serão distribuídos para unidades penais da Capital e do interior, conforme planejamento institucional. O objetivo é substituir os equipamentos antigos e ampliar o quantitativo disponível de acordo com as necessidades operacionais.
Conforme a agência, os instrumentos de proteção individual usados por policiais em atividades possuem as mesmas especificações técnicas dos normalmente usados pela corporação, classificados no nível IIIA de proteção balística, atendendo aos padrões exigidos para a atividade policial. Em geral, esse tipo de colete oferece proteção contra munições de maior energia do que os níveis mais básicos.
O contrato prevê prazo de até 90 dias para entrega dos equipamentos após assinatura. Depois da coleta, os coletes passarão pelos procedimentos de conferência, registro patrimonial e logística de distribuição. A previsão é que comecem a chegar às unidades penais a partir de novembro deste ano.
Além da aquisição dos equipamentos de proteção individual, a Agepen destacou que a Polícia Penal vem ampliando sua estrutura operacional com equipamentos de menor potencial ofensivo. Atualmente, as unidades penais contam com armamento calibre 12 equipado com munição de elastômero (borracha), utilizadas no reforço da segurança perimetral e no gerenciamento de incidentes, buscando oferecer resposta operacional sem colocar em risco a população do entorno dos presídios.
Fundo Rotativo Penitenciário – Segundo a agência, o Fundo Rotativo Penitenciário foi criado para atender demandas de unidades penais e é abastecido, entre outras fontes, por valores ressarcidos ao Estado por pessoas privadas de liberdade que exercem atividade laboral remunerada. Os recursos são destinados à manutenção de unidades, melhorias estruturais, aquisição de equipamentos e fortalecimento das ações voltadas ao sistema prisional e ao trabalho prisional.
A Agepen afirma que a compra dos novos coletes faz parte do planejamento previsto no Plano Plurianual 2024–2027 e integra a política permanente de reaparelhamento da Polícia Penal de Mato Grosso do Sul.

